Descubra como construir os métodos de fluxograma para melhorar processos

Adotar os métodos de fluxograma é importante para a empresa que deseja compreender e acompanhar o seu processo produtivo em cada uma de suas etapas e ações.

O fluxograma é um recurso usado para representar a sequência e relação das atividades do processo por meio de símbolos gráficos. Ele oferece uma visão mais ampla sobre o funcionamento da operação, auxiliando no seu entendimento.

Além disso, essa ferramenta ajuda a assegurar a qualidade e elevar a produtividade, tendo em vista que por meio dela fica mais fácil analisar o fluxo de trabalho e, caso precise, elaborar ações para realizar melhorias.

Pensando nisso, elaboramos este texto para explicar os principais pontos do fluxograma e suas vantagens para a empresa.

Como os métodos de fluxograma podem melhorar os processos?

A implantação dos métodos de fluxograma pode trazer diversas melhorias para os processos organizacionais. Isso ocorre por que:

  • demonstra as ações necessárias para a execução do trabalho;

  • elabora normas padrão para a realização do processo;

  • mostra o andamento e interação entre as atividades ou projetos;

  • aumenta o entendimento a respeito do processo de trabalho;

  • pode ser utilizado como fonte de informação para avaliação crítica;

  • pode ser usado para detectar falhas nos procedimentos;

  • simplifica a consulta nos casos de dúvidas relativas ao processo.

Quais são os tipos de fluxogramas?

Os tipos mais comuns de fluxogramas usados para representar um processo são:

  • fluxograma linear: se trata de um diagrama que mostra o passo a passo da sequência do trabalho formando assim o processo. Auxilia na identificação das causas de retrabalho, procedimentos repetitivos ou fases desnecessárias.

  • fluxograma funcional: tem como finalidade mostrar o fluxo do processo atual e quais são as pessoas ou equipes envolvidas em cada etapa. Nesse tipo, linhas verticais ou horizontais são usadas para estabelecer as fronteiras entre as responsabilidades, além de mostrar onde cada um se enquadra em cada sequência e como se relacionam entre si.

Para facilitar a compreensão e análise do processo, o fluxograma utiliza alguns símbolos para representar as ações e momentos. Esses símbolos devem ser usados conforme as necessidades das atividades mapeadas. Os mais conhecidos são: triângulos, círculos, retângulos, setas, linhas etc.

Como construir métodos de fluxograma?

Preparamos algumas dicas que podem ser utilizadas no momento de construir os métodos de fluxograma da sua empresa. Confira a seguir.

  • Estabeleça o processo a ser detalhado;

  • Defina as fronteiras que delimitarão o seu processo (início e final do processo);

  • Estipule o tipo de fluxograma a ser utilizado e o seu grau de detalhes;

  • Desenvolva as ideias em equipe para definir as atividades que estão inseridas no processo;

  • Após definidas, coloque-as em sequência;

  • Depois que todos concordarem com as atividades determinadas e sequência correta, desenhe setas para demonstrar qual é o fluxo do processo;

  • Por fim, revise o fluxograma com outros membros da equipe com o intuito de encontrar possíveis falhas e averiguar se o processo está representando o que acontece na realidade.

Para elaborar um fluxograma adequado e eficiente, é importante contar com o auxílio de um profissional que entenda do assunto e que possam orientá-lo no momento da confecção.

Conseguiu perceber a importância dos métodos de fluxogramas? Por meio deles é possível encontrar possíveis problemas que não seriam identificados sem eles e, assim, criar medidas estratégicas para corrigi-los e melhorar os resultados.

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Simples Nacional e Lucro Real: qual a diferença?

A escolha do regime tributário de uma empresa é uma das primeiras decisões que precisam ser tomadas durante a criação do planejamento tributário de um negócio. Existem diversas opções. Entre elas, estão o simples nacional e lucro real, cada um com particularidades e vantagens que justificam a sua adoção.

Devido à complexidade do sistema tributário em vigor no Brasil, criamos este artigo para explicar como é possível tomar a decisão certa sobre o modelo a ser adotado no seu empreendimento. Continue lendo e saiba mais!

Entenda o que é o simples nacional

Desde 2006, o simples nacional é um regime de arrecadação que se aplica a microempresas e empresas consideradas de pequeno porte. Para optar por esse regime, o negócio deve faturar até R$ 4,8 milhões de reais anualmente, de acordo com o novo formato que passou a valer em 2018. O seu principal atrativo fica por conta da alíquota unificada para o cálculo dos tributos.

É importante destacar que o simples nacional enquadra diversas modalidades de negócios, de acordo com o volume de faturamento. Assim, temos:

  • microempreendedor individual (MEI): cujo limite é R$ 81 mil reais por ano ou R$ 6.750 reais por mês;
  • microempresa (ME): a receita bruta deve ser limitada a R$ 360 mil reais anualmente ou 60 mil reais mensais;
  • empresa de pequeno porte (EPP): o limite instituído varia de R$ 360 mil reais até R$ 4,8 milhões, o que equivale a uma média de R$ 400 mil reais por mês.

A sua abrangência incide sobre todos os entes federativos: União, Estados, Distrito Federal e Municípios. Dessa forma, a apuração das obrigações tributárias é simplificada, pois o valor a ser deduzido varia conforme as faixas de valor e o segmento de atuação da empresa.

Conheça melhor o lucro real

Essa forma de enquadramento tributário é obrigatória para empresas cujo faturamento anual ultrapassa R$ 78 milhões de reais. A base de cálculo é o lucro real obtido durante o período contábil.

Os empreendimentos que se enquadram nessa norma possuem estrutura e organização para processar uma quantidade maior de registros e controles contábeis. Em geral, são instituições financeiras, multinacionais e empresas que atuam na construção civil.

A parte mais complexa da apuração fica dos critérios que podem ser escolhidos pela direção. São eles:

Trimestral

Requer a apuração e o recolhimento dos impostos a cada trimestre. Existe, porém, uma desvantagem: a legislação permite que somente 30% do lucro real pode ser compensado em caso de prejuízo, sendo que 10% do lucro real deve ser pago caso a parcela ultrapasse R$ 60 milhões reais.

Anual

O recolhimento é realizado mensalmente, durante o ano, e calculado sobre a estimativa de lucratividade. Aplica-se um adicional de 10% se a somatória anual exceder R$ 240 milhões.

Saiba como fazer a escolha certa entre simples nacional e lucro real

Analisar os regimes de tributação existentes na legislação é uma atividade de grande importância para os resultados financeiros de um negócio. É essencial garantir que o contribuinte esteja ciente das suas opções e tome uma decisão de forma estratégica.

Em primeiro lugar, as próprias modalidades são bastante rígidas em seus critérios de separação. Por exemplo, uma empresa que fatura R$ 80 milhões de reais anualmente jamais poderá ser enquadrada no simples nacional. Afinal, o seu faturamento é significativamente superior ao limite de R$ 4,8 milhões de reais.

Portanto, é preciso avaliar qual é o faturamento anual para selecionar a opção mais adequada e evitar a elevação da tributação.

O planejamento tributário é um aspecto vital de uma empresa, pois tem impacto direto no resultado econômico-financeiro. A escolha entre o simples nacional e lucro real tem o objetivo de evitar arrecadação excessiva e manter a situação equilibrada.

Gostou deste conteúdo? Então prepare-se para cuidar da área contábil de sua empresa de forma estratégica. Leia nosso artigo sobre os 5 passos para fazer um planejamento contábil eficiente e domine essa área!

Veja quais são os desafios contábeis de uma empresa de transporte

Os desafios contábeis estão presentes em qualquer empresa. Contudo, o setor de transporte sofre mais ainda com as dificuldades e problemas operacionais.

Eles aumentam de acordo com o porte da empresa, tendo em vista que crescem os números de procedimentos e, consequentemente, há maior responsabilidade para administrá-los.

São várias burocracias, custos envolvidos e pequenos detalhes que devem ser controlados para o funcionamento ideal do negócio. Por isso, ter uma gestão financeira eficiente é essencial.

Conheça a seguir os principais entraves enfrentados pelas empresas de transporte e como solucioná-los. Confira!

Muita burocracia

A contabilidade exige a emissão de vários documentos, certificações digitais e processos nos órgãos públicos para o bom andamento da empresa e adequações à legalidade.

Para prestar um atendimento de qualidade, uma empresa de transporte deve contar com uma equipe de profissionais capacitados e que saibam realizar as atividades definidas, pois é preciso atualizar constantemente as documentações, adquirir licenças e ter apoios legais.

Rotina administrativa pesada

Encarar a rotina administrativa é considerado um desafio pelo fato da empresa ter que realizar diversos cálculos, como: fluxo de caixa, entradas e saídas, lucros e despesas, faturamento, tributos, entre outros.

Além disso, ainda é preciso cuidar das entradas e saídas de pedidos, sinistros, orçamentos, manutenção e prazos de entrega.

São várias atividades e tudo isso deve ser realizado de forma ágil, considerando que os veículos devem circular a todo momento.

Assuntos trabalhistas

As questões trabalhistas são complexas em qualquer organização, porém são muito recorrentes nesse setor. Aqui, temos como exemplos o salário, a contratação, a demissão e os encargos com funcionários

Isso se deve ao fato do pagamento de adicional noturno e horas extras serem bastante comuns nessas instituições, pois funcionam geralmente 24 horas por dia para atender toda a demanda.

Além disso, é importante manter os colaboradores motivados e capacitados. São recomendados gastos com qualificação e atendimento às legislações vigentes.

Logística

Os custos gerados com a logística influenciam diretamente no gerenciamento contábil. Temos, por exemplo, o consumo no itinerário de um ponto a outro e os custos com pedágios, que são altos devido ao grande caminho percorrido.

Com a insegurança em todos os lugares, é indispensável a contratação do seguro de cargas, passageiros, seguro viagem, entre outras proteções necessárias. A falta deles pode originar processos caríssimos para as organizações.

Conservação de frotas

Administrar as frotas também não é nada fácil. Afinal, existe uma preocupação com os veículos, que devem estar com a documentação e a manutenção mecânica e elétrica sempre em dia.

As depreciações também devem ser avaliadas, pois o recomendado é que as empresas de transportes troquem seus veículos a cada 5 anos, o que permite uma melhor projeção das finanças.

Os desafios contábeis nas empresas de transportes são grandes, contudo, para que tudo se torne mais simples é prático, você deve contar com a ajuda de profissionais especializados. São eles que vão auxiliar e orientar sobre a melhor distribuição dos recursos, a redução dos gastos, o planejamento contábil, o desempenho das atividades com mais qualidade e as demais funções inerentes ao ramo.

Quais são suas estratégias para superar esses desafios? Deixe aqui seu comentário e compartilhe com a gente sua opinião e experiência sobre o assunto!

Entenda a importância da auditoria contábil para seu negócio

Toda empresa que deseja se manter forte no mercado precisa cuidar dos processos internos, analisando suas operações e desempenho. Para isso, contar com a auditoria contábil é essencial.

A auditoria contábil tem a função de analisar os registros relativos à contabilidade da empresa, com a finalidade de evitar fraudes ou irregularidades. Além disso, é possível obter informações relevantes e precisas sobre a saúde financeira do negócio e a identificação de possíveis erros nos procedimentos internos.

Neste texto, vamos mostrar a você a importância de realizar esse tipo de auditoria e quais são seus benefícios para a organização. Confira!

Identificação de falhas organizacionais

Durante a auditoria, a equipe averigua a realização de uma certa atividade de modo a mensurar a forma como os serviços estão sendo efetuados, avaliando os resultados alcançados e detectando possíveis falhas nos processos.

Isso cria uma visão mais ampla sobre os procedimentos dentro da empresa, resultando em melhorias em todas as etapas corporativas.

Conhecimento da real situação da empresa

É possível fiscalizar a eficácia dos controles internos, o que assegura que os registros contábeis reflitam a realidade do negócio.

Dessa forma, os gestores, sócios e acionistas adquirem informações concretas e minuciosas sobre a real situação econômica da empresa, podendo reavaliar as estratégias usadas e buscar o aprimoramento desses controles com o intuito de prevenir erros e fraudes.

Facilidade para obter empréstimos

A maioria das dificuldades em obter empréstimos e financiamentos decorrem da falta de confiança do financiador em relação à instituição.

A auditoria contábil fará uma avaliação detalhada dos demonstrativos contábeis e fiscais, dando o seu parecer sobre a situação financeira e patrimonial do negócio.

O documento assinado pelo auditor legalmente habilitado gera credibilidade para a empresa junto às instituições financeiras, pois demonstra transparência nos procedimentos.

Dessa forma, fica mais fácil para a organização conseguir empréstimos ou financiamentos em condições mais favoráveis.

Impedimento de problemas com a fiscalização

Após a auditoria contábil, o controle financeiro fica mais eficiente. As análises precisas nos dados contábeis e financeiros tendem a impedir a prática futura de atos lesivos para o negócio.

Isso gera mais segurança ao empreendedor, o que evita a ocorrência de falhas por medo de ser notificado pelo Fisco por recolhimentos de tributos incorretos e demais responsabilidades.

Planejamento estratégico

Quando você administra números confiáveis, fica mais fácil tomar as decisões corretas. Com esses dados detalhados em mãos, os gestores conseguem compreender melhor o negócio, visualizando novas chances de investimentos.

Dessa forma, o planejamento do futuro da empresa se torna mais simples e claro, facilitando a conquista da garantia de competitividade e sustentabilidade do negócio no mercado, garantindo maior tranquilidade aos empreendedores.

Independentemente do porte ou da área de atuação da empresa, investir na realização de auditória contábil é fundamental para a obtenção de dados seguros e corretos, o que assegura a permanência da empresa no setor comercial e oportuniza as possíveis mudanças de trajeto, quando necessário.

Deseja garantir a exatidão dos dados contábeis da sua empresa? Então, entre em contato conosco e entenda como podemos ajudá-lo nesse processo!

5 erros de gestão financeira para evitar a qualquer custo

A gestão financeira é essencial para qualquer tipo de empresa, pois é a responsável por estabelecer o rumo que o negócio vai tomar, preparando-o para cobrir as despesas e garantir o controle das finanças.

Por afetar todos os departamentos da instituição, é preciso ser feita de forma eficiente, pois qualquer erro pode comprometer todos os processos operacionais.

Se você definiu um objetivo para a empresa, mas não consegue atingi-lo, está havendo algo errado.

Por isso, veja neste texto as principais falhas que podem acontecer no gerenciamento financeiro e evite cometê-las. Acompanhe!

1. Deixar de monitorar o fluxo de caixa

Controlar o fluxo de caixa adequadamente vai muito além de apenas monitorar os extratos bancários e realizar a atualização de planilhas com valores que já aconteceram.

Por meio do fluxo de caixa é possível projetar o futuro do negócio e, para que isso ocorra, você deve conhecer as próximas despesas e registrá-las para não se esquecer de pagar.

Se você não conseguir separar as contas a pagar das contas a receber, nunca vai identificar quando precisará antecipar um recebimento para evitar o pagamento das contas com atrasos, multas e juros.

2. Não mensurar o desempenho da empresa adequadamente

Além de registrar as receitas e as despesas, você precisa avaliar o desempenho da empresa. Lembre-se que uma gestão eficaz deve englobar ações de controle, planejamento e análise das atividades financeiras da organização.

O erro de muitos empreendedores é calcular a lucratividade apenas levando em conta a diferença entre os lucros e os custos. Contudo, o ideal é considerar as vendas, gastos, despesas e impostos para mensurar de forma correta se a empresa está gerando resultados positivos.

3. Não registrar todas as movimentações realizadas

Deixar de registrar as transações da empresa é um grande problema. Afinal, o registro das operações auxilia na manutenção do controle sobre o negócio.

Só assim é possível compreender se o setor de compras precisa obter mais unidades de certos produtos, a quantia que entrou no caixa, o valor utilizado para o pagamento de contas, quantidade de clientes atendidos, etc.

O sistema de gestão só terá utilidade se for alimentado com informações atualizadas e, para isso, é necessário o registro de todas as movimentações.

4. Deixar de controlar o estoque

A ausência de controle do estoque pode ocasionar sérios prejuízos para a instituição, além de manter um bom montante de investimento parado.

Um bom estoque não deve ter itens estagnados e nem em falta. O correto é manter o equilíbrio, com mercadorias suficientes para atender os consumidores.

É fundamental que você saiba a quantidade de cada produto que constitui o estoque, registrando adequadamente as saídas e averiguando juntamente com o registro de vendas.

5. Misturar contas pessoais com contas da empresa

Esse é um erro grave, mas muito comum nos negócios. Em vários casos, o próprio empreendedor é quem controla as finanças da empresa. Com isso, acaba misturando as contas particulares com as contas do estabelecimento.

Esse ato gera um ônus importante para o fluxo de caixa, comprometendo gravemente o seu funcionamento. Por esse motivo, o certo é definir um pró-labore e considerar os ganhos.

Quando o dono do negócio retira uma quantia do caixa para pagar as despesas pessoais, ele afeta o capital de giro. Nessa situação, se a organização necessitar de dinheiro para suprir suas necessidades, terá de solicitar empréstimos ou financiamentos, causando outro problema.

Você tem cuidado da gestão financeira da empresa? Fique atento aos erros aqui expostos e fique longe deles. Para ter sucesso completo no seu gerenciamento, contar com ajuda profissional é essencial para que ele se torne eficaz.

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Conheça 6 indicadores financeiros para analisar na sua empresa

No dia a dia, é comum vermos administradores engajados em buscar soluções para medir o desempenho das empresas. Para tanto, eles se utilizam de indicadores financeiros, logísticos, comerciais e afins.

Essas métricas de mensuração de resultados permitem o acompanhamento periódico das atividades, verificando o impacto de cada decisão no desempenho da empresa. Não por acaso, são de grande relevância para saber o que funciona e em que pontos a organização precisa melhorar.

Neste texto, abordaremos o conjunto dos indicadores financeiros, ou seja, daqueles diretamente relacionados aos recursos da organização. Continue lendo e confira as 8 medições mais importantes da área!

1. Custos fixos e variáveis

Os custos variáveis são aqueles que aumentam de forma proporcional ao nível de produtividade, como:

  • gasolina;
  • horas extras;
  • mercadorias adquiridas etc.

Já os custos fixos são as despesas que a empresa terá, independentemente de produzir pouco ou muito, como aluguel, limpeza e conservação, segurança etc.

Os valores de ambos são calculados a partir da discriminação e soma dos gastos da organização, ou seja, separando o que pode ser incluído em cada grupo. O cálculo permite analisar os gastos e a efetividade das medidas de contenção de custos.

2. Ponto de equilíbrio

O ponto de equilíbrio determina se a empresa é autossuficiente ou se ainda depende de aportes financeiros para continuar suas atividades. Ele mede o grau de proximidade com o momento em que o negócio paga todas as suas contas.

Para calculá-lo, o primeiro passo é descobrir a margem de contribuição, ou seja, o quanto de cada contratação é destinado para cobrir custos fixos. A fórmula é a seguinte:

MARGEM DE CONTRIBUIÇÃO = PREÇO – CUSTOS OU DESPESAS VARIÁVEIS

Posteriormente, é preciso aplicar um segundo cálculo para descobrir o percentual de contribuição de cada venda com as despesas fixas:

PERCENTUAL DE CONTRIBUIÇÃO = MARGEM DE CONTRIBUIÇÃO / PREÇO

Por fim, acha-se o ponto de equilíbrio, dividindo o total de despesas fixas pelo percentual de contribuição de cada venda:

PONTO DE EQUILÍBRIO = CUSTOS FIXOS / PERCENTUAL DE CONTRIBUIÇÃO

O resultado indica o quanto cada contratação ajuda a pagar as despesas fixas, logo, permite avaliar o tamanho do faturamento necessário para cobrir todos os gastos do negócio.

3. Lucratividade

A lucratividade representa o percentual que fica para a empresa após o pagamento de todas as despesas fixas e variáveis. Para calculá-la, primeiro descubra o valor do lucro líquido:

LUCRO LÍQUIDO = RECEITA TOTAL – DESPESA TOTAL INCLUINDO TAXAS E IMPOSTOS

Posteriormente, basta fazer o seguinte cálculo:

LUCRATIVIDADE = (LUCRO LÍQUIDO / RECEITA TOTAL) x 100

4. Ticket médio

Ticket médio é um dos indicadores financeiros mais utilizados e considera o preço do produto ou serviço em relação ao número de contratações efetivadas. O cálculo é relativamente simples:

TICKET MÉDIO = RECEITA TOTAL DE VENDAS / QUANTIDADE DE VENDAS

5. Prazo médio de pagamento (PMP)

O prazo médio de pagamento diz respeito ao tempo disponível para quitar débitos com fornecedores, considerando a média dos contratos. Ou seja, a organização descobre o período em que ela terá de adquirir serviços e mercadorias para continuar criando valor para os seus clientes. O indicador pode ser calculado da seguinte forma:

PMP = (TOTAL DEVIDO AOS FORNECEDORES / VALOR BRUTO DAS COMPRAS A SEREM REALIZADAS) x 360

6. Nível de endividamento

O nível de endividamento estabelece uma relação entre os débitos da organização e o investimento aportado na empresa. Trata-se de um cálculo simples:

NÍVEL DE ENDIVIDAMENTO = (TOTAL DO PASSIVO DA ORGANIZAÇÃO / TOTAL DO ATIVO) x 100

Com isso, obtém-se o grau de comprometimento do negócio com dívidas.

De todo modo, ao usar qualquer dos indicadores financeiros, é recomendável o auxílio de profissionais de finanças e contabilidade. Isso porque, além de realizar uma aferição correta, é importante ter conhecimento e experiência para interpretar os dados e propor medidas que melhorarem o desempenho.

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O que é DARF e como emitir?

Saber o que é DARF pode ser de grande utilidade para os administradores de empresas. O profissional da área, muitas vezes, fica responsável por gerir o pagamento de tributos e, portanto, deve conhecer os instrumentos utilizados para esse fim.

Igualmente recomendável é a compreensão das rotinas relacionadas aos recolhimentos de impostos, taxas e contribuições federais, como emissão, pagamento e retificação do documento de cobrança.

Por isso, leia atentamente as informações a seguir e aprenda os principais tópicos sobre o DARF. Ao final, você conseguirá utilizar o instrumento e cumprir adequadamente com os tributos da sua organização!

O que é DARF?

O Documento de Arrecadação de Receitas Federais (DARF) é o instrumento utilizado para os recolhimentos de tributos em favor das entidades federais. Trata-se de uma guia preenchida pelo contribuinte, utilizada para identificar adequadamente o pagamento nos estabelecimentos bancários. 

Quais são os tipos de DARF?

Existem dois tipos de DARF: comum e simples. O primeiro é utilizado pelos contribuintes de tributos e dívidas federais em geral, como imposto de renda, imposto de importação, PIS/CONFINS etc., enquanto o segundo era destinado às cobranças do Simples Nacional, ou seja, para o modelo de pagamento unificado.

No entanto, esse último foi substituído pelo Documento de Arrecadação do Simples Nacional (DAS) desde 01/07/2007, apurado e emitido pela plataforma digital do regime de tributação diferenciada, na página da Receita Federal.

Como emitir o DARF?

A depender do tributo, o DARF pode ser emitido automaticamente no portal da Receita Federal ou exigir o preenchimento manual. Exemplos do primeiro caso são os seguintes:

  • 1ª quota ou pagamento integral do imposto de renda: emissão diretamente no programa do IR do respectivo ano;
  • demais pagamentos: emissão por meio da plataforma do Sicalcweb.

Por sua vez, o preenchimento manual é mais utilizado nos casos de depósitos judiciais em favor da Procuradoria Geral da Fazenda Nacional, mas nada impede o uso em outros casos.

De todo modo, lembre-se de que, em alguns casos, é necessário imprimir duas cópias para que uma receba a autenticação bancária, bem como enviar o comprovante ao respectivo órgão credor.

Como emitir o DARF atrasado?

Os DARFs atrasados exigem o cálculo dos acréscimos legais, como juros, atualização e multas. Assim, é recomendável o uso da plataforma do Sicalcweb, embora o próprio contribuinte possa verificar o valor devido e preencher um DARF manual.

Como retificar o DARF?

Em caso de erro no preenchimento, o contribuinte deve procurar os canais de atendimento da Receita Federal, quer seja em uma unidade, quer seja via e-cac. Além disso, é necessário imprimir e preencher o formulário do REDARF, em duas vias.

Em caso de já existir pagamento excedente, o caminho é um pedido de restituição ou de compensação nos mesmos canais de atendimento, seguindo as orientações específicas de cada recolhimento.

Como preencher o DARF?

Ao questionar o que é DARF, ficou estabelecido que se trata de um documento unificado. Não por acaso, os campos de preenchimento estão numerados, bastando a inclusão da informação correta para que o pagamento seja reconhecido pelo respectivo credor. Os itens são os seguintes:

  1. nome completo e telefone de contato;
  2. data da ocorrência ou do encerramento do período base do fato gerador;
  3. CPF ou CNPJ;
  4. Código da receita recolhida;
  5. identificação da origem da dívida, se for o caso, como o número de inscrição em dívida ativa, número do imóvel na receita federal – NIRF e afins;
  6. data de vencimento;
  7. valor principal recolhido;
  8. valor da multa;
  9. valor dos juros de moras ou encargos;
  10. soma de multa, juros e valor principal;
  11. autenticação do agente arrecadador (local destinado à autenticação bancária).

Para facilitar o preenchimento, faça o download do modelo disponibilizado pela Receita Federal. Além disso, lembre-se de conferir todos os dados e ter certeza dos valores antes de fazer a emissão, para evitar problemas contábeis.

Agora você já sabe o que é DARF, pode emitir o documento para pagamento em qualquer estabelecimento bancário conveniado aos órgãos federais. No entanto, se ainda assim houver dúvidas quanto ao recolhimento de tributos, é recomendável a busca por uma consultoria tributária.

Para entender como funciona esse serviço, leia nosso texto sobre 4 dúvidas respondidas sobre a consultoria tributária e entenda como melhorar a gestão da sua empresa!

Conheça a importância do balanço patrimonial para sua empresa

Muitas vezes, os administradores negligenciam a relevância do balanço patrimonial por acreditarem ser apenas uma medida burocrática ou exigência do governo. Com efeito, deixam de contar com os benefícios de um retrato adequado da situação financeira da empresa.

Sendo assim, o objetivo deste artigo é mostrar por que esse relatório é importante para toda e qualquer organização, principalmente para subsidiar as decisões dos administradores. Logo, espera-se quebrar um pouco da resistência dos profissionais ao conhecimento e as ferramentas contábeis. Não deixe de conferir!

O que é balanço patrimonial?

O balanço patrimonial é um dos mais importantes documentos contábeis. Isso porque, ele resume a situação e as variações do total de bens, direitos e obrigações de uma organização, em um determinado exercício. Os dois primeiros itens formam o ativo, e o último o passivo.

O relatório lida diretamente com os seguintes pontos:

  • exercício: no Brasil, corresponde ao período de 1 ano, mas tem a data de início e término fixada no estatuto, contrato social ou outra norma interna da empresa;
  • ativo: conjunto de bens e direitos;
  • ativo circulante: valores que estão ou podem ser convertidos em dinheiro até o próximo exercício (curto prazo);
  • ativo não circulante: valores que não são conversíveis no curto prazo, bem como os que a organização não pretende converter;
  • passivo: conjunto de obrigações;
  • Passivo circulante: obrigações que devem ser pagas até o próximo exercício;
  • passivo não circulante: obrigações de longo prazo, em período superior a um exercício;
  • patrimônio líquido: o aporte inicial dos investidores da empresa e todo o lucro reinvestido no negócio.

A partir desses itens essenciais, o balanço patrimonial é complementado com outras informações relevantes para gestão, como saldo de contas, fontes de receitas etc.

Qual a importância do balanço patrimonial?

A contabilidade não tem o papel apenas de cumprir exigências legais e burocráticas. Na verdade, ao estudar de forma sistemática o patrimônio de uma organização, esse ramo do conhecimento oferece subsídios importantes para gestão, planejamento e controle. Entre os benefícios, encontram-se os seguintes exemplos:

Demonstrar a situação financeira e patrimonial da empresa

O valor principal do balanço patrimonial é resumir a situação financeira e patrimonial da empresa por meio de um estudo científico. Logo, assim como um médico examina o seu paciente, o contador apontará a debilidade ou saúde de uma organização.

Verificar o saldo dos clientes a receber

Outro ponto importante do relatório é permitir um melhor controle do saldo a receber dos clientes. Muitas vezes, as empresas vendem mercadorias e serviços a prazo, logo, é preciso entender como ocorrerá a disponibilidade de recursos durante o exercício para manter a regularidade das obrigações.

Ser uma ferramenta de análise de decisão

O balanço patrimonial retrata os efeitos das ações em um exercício passado. Por exemplo, para saber se uma medida de redução de custos foi efetiva, realizamos a consulta ao passivo.

Por outro lado, é possível projetar, a partir dos dados atuais, cenários em exercícios futuros, ou seja, o que aconteceria se a empresa fizer “x”, “y” ou “z”. Não ao acaso, trata-se de uma excelente ferramenta de análise de decisão. 

Dar transparência e legitimar as práticas de gestão

Com o balanço patrimonial, a organização pode evidenciar a destinação legítima de seus recursos, comprovar a saúde financeira da organização ou, se for o caso, demonstrar os efeitos das medidas de superação de crises.

Quais são as consequências da ausência de balanço patrimonial?

Os administradores devem zelar pela elaboração do balanço patrimonial, sempre com auxílio de contadores qualificados. A ausência ou defeito no relatório pode trazer problemas legais e administrativos para a empresa. Por exemplo:

  • insuficiência de informações para tomada de decisão;
  • descumprimento de normas legais, afinal, todas as empresas estão obrigadas a contar com esse documento, com exceção do MEI;
  • possibilidade de descadastramento no Simples Nacional por falta de documentos que comprovem a situação da empresa;
  • dificuldade de obter crédito no mercado;
  • carência de provas em processos judiciais, especialmente os tributários.

Sendo assim, é recomendável que você tome providências imediatas para que sua empresa elabore um balanço patrimonial. Assim, ela estará em dia com a legislação e terá uma ferramenta útil para tomar decisões mais efetivas.

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Como funciona e por que adotar a terceirização fiscal?

Realizar as tarefas fiscais de uma empresa é um grande desafio para os gestores e empresários, tendo em vista a complexidade e burocracia estabelecida pela legislação brasileira. Por esse motivo, uma ótima ideia é investir na terceirização fiscal.

Por meio da terceirização é possível avaliar e controlar todas as operações necessárias para a regularização perante o fisco e demais órgãos fiscalizadores. Além de possibilitar que a empresas priorize a sua atividade principal e o seu crescimento.

Se você que entender melhor sobre o assunto, como sua importância e benefícios para o negócio, continue lendo este texto. Confira!

O que é terceirização fiscal?

Se trata da contratação de empresas que prestam serviços contábeis e fiscais que investem em equipes capacitadas, equipamentos, estratégias eficientes e que oferecem serviços de qualidade e adequados às necessidades da instituição.

Ela realiza o gerenciamento dos processos fiscais, otimizando o tempo gasto para que, dessa maneira, a empresa consiga focar nos seus objetivos, longe de problemas legais.

Ou seja, a terceirização trabalha de maneira preventiva para evitar problemas fiscais, buscando estar sempre em conformidade com a lei, cumprir os prazos e avaliar o regime tributário mais adequado. Além disso, ela também procura as melhores soluções para garantir a saúde financeira da organização por meio de uma gestão eficiente.

Por que a empresa deve adotar a terceirização fiscal?

A terceirização fiscal pode trazer diversos benefícios para a empresa. Conheça a seguir alguns deles a seguir!

Diminuição dos custos

Por meio da terceirização é possível reduzir os gastos sem comprometer as particularidades da organização. Isso acontece porque manter uma equipe interna contábil pode custar muito mais caro do que contratar uma empresa terceirizada, já que para manter uma equipe dentro da instituição há gastos com salários e demais obrigações trabalhistas, estrutura física, softwares etc.

Além disso, ele também deverá se preocupar em encontrar profissionais de contabilidade qualificados. No entanto, nem sempre ele saberá como avaliar o perfil de profissional mais adequado para o seu empreendimento.

Aumento da produtividade

Quando especialistas cuidam desse setor da empresa, os gestores conseguem voltar a focar sua atenção na atividade principal do negócio. Isso gera uma produtividade maior, tendo em vista que as atividades exercidas não ficarão restringidas apenas na contabilidade.

Otimização do tempo

Como algumas atividades passam a ser executadas por empresas prestadoras dos serviços fiscais, o tempo gasto para a realização dessas tarefas diminui. Esse processo ainda colabora com a redução da sobrecarga de trabalho, pois acontece uma divisão de responsabilidades e com profissionalização dos procedimentos.

Assim, a atenção dos demais colaboradores pode ser direcionada para funções estratégicas e para o levantamento de dados que auxiliam para a tomada de decisões corretas. Contudo, é importante salientar que toda terceirização necessita ser monitorada por meio de indicadores e, assim, evitar qualquer probabilidade de risco à instituição.

Conformidade com a legislação

A terceirização fiscal acompanha as constantes atualizações na legislação brasileira por meio de profissionais preparados e capacitados para este fim. Isso porque qualquer inconformidade pode trazer vários problemas com o fisco e prejuízos para o negócio, trazendo maior segurança e credibilidade.

Priorização dos investimentos

Como as empresas terceirizadas são especializadas para o desempenho de funções fiscais, elas investem continuamente na aquisição de novas tecnologias e na capacitação de sua equipe para manter o seu diferencial no mercado, fornecendo melhor qualidade.

Isso colabora para que a empresa contratante possa dar prioridade para seus investimentos próprios, utilizando os recursos disponíveis em projetos mais pertinentes para a estratégia da organização.

A terceirização fiscal vem ganhando cada dia mais espaço entre as empresas brasileiras e, por isso, a sua não pode ficar para trás. Além disso, ela traz inúmeras vantagens e uma maior segurança quanto a gestão fiscal, contribuindo para que a organização possa focar em assuntos relevantes e garantir seu crescimento e sucesso.

Conseguiu perceber a importância de implantar a terceirização fiscal na empresa? Então, entre em contato com a gente e veja como podemos te auxiliar nesse processo.

4 formas de cortar gastos na empresa!

Entender como cortar gastos na empresa pode facilitar a superação de alguns dos principais desafios da administração, como alcançar a autossuficiência da organização, criar condições para o seu crescimento e enfrentar crises.

Além disso, em um cenário de grande competição e risco de mudanças nos encargos legais, a minimização das despesas concede a flexibilidade necessária para lidar com essas contingências. Isso porque a organização terá melhores condições para decidir quando repassar os custos para os clientes e quando suportar um aumento.

Então, continue lendo este artigo para conhecer 4 formas de como cortar gastos na empresa e contar com todos os benefícios de uma lista de despesas mais enxuta!

1. Reduza os custos fixos e variáveis

As empresas lidam com duas espécies básicas de custos: fixos e variáveis. Os primeiros permanecem inalteráveis mesmo com o aumento da produção ou da entrega de serviço, ao passo que os segundos sobem a medida que esses fatores crescem.

Por exemplo, se uma transportadora fizer 20% a mais de fretes em um mês, o preço do aluguel (custo fixo) permanece inalterado, enquanto os gastos com gasolina (custo variável) aumentam.

Nesse sentido, o ponto de partida do corte de gastos é mapear os processos da empresa e traçar planos para minimizar as despesas. Uma dica é utilizar o ciclo de iteração, veja!

  • Observação: olhar um procedimento e pensar o que funciona e o que não funciona;
  • Reflexão: analisar o que pode ser melhorado e as opções disponíveis;
  • Avaliação: com os dados obtidos, separar as ideias com maior impacto;
  • Escolha: decidir o que será mudado;
  • Ação: colocar a mudança em prática;
  • Mensuração: verificar se os resultados foram positivos ou negativos.

A cada repetição dessa ferramenta de gestão, o administrador aprimora os processos existentes, nesse caso, com o objetivo de reduzir os custos das atividades e evitar desperdícios.

2. Melhore as negociações com fornecedores

A segunda dica sobre como cortar gastos na empresa é a melhoria das negociações com fornecedores, já que boa parte das despesas são frutos desses contratos — e, geralmente, há uma margem para atuação nessa área. Entre outras medidas, foque nos seguintes aspectos para minimizar gastos:

  • analisar a necessidade da empresa, evitando aquisições inúteis e desperdícios;
  • prospectar novos fornecedores com frequência para não ficar refém de um grupo específico;
  • firmar relações de longo prazo com fornecedores que concedem, de fato, uma situação vantajosa;
  • buscar parceiros interessados em crescer em conjunto com o negócio;
  • tentar descontos em grandes aquisições.

3. Invista em tecnologia

A redução de custos é o motivo de, muitas vezes, o investimento em tecnologia ser considerado de rápido retorno. Logo, essa é uma prática que não poderia ficar de fora da lista.

De fato, os softwares de gestão e outras soluções de informática otimizam os processos da empresa, permitindo que se faça mais com uma despesa mais baixa. Veja alguns exemplos:

  • automatização de processos e, consequentemente, da redução da carga de trabalho e da necessidade de mão de obra;
  • eliminação de despesas com material de escritório, especialmente papel;
  • controle das demandas da empresa e, portanto, redução de desperdícios;
  • organização dos quadros de colaboradores e gestão de jornada, cortando gastos com horas extras.

4. Procure o auxílio de profissionais especializados

Outro investimento com retorno rápido é a aquisição de conhecimento contábil e financeiro para organização. Com uma equipe de consultores, o administrador tem maiores possibilidades de identificar as despesas equivocadas e corrigir os rumos da gestão.

Isso ocorre porque, muitas vezes, a tomada de decisão exige um diagnóstico técnico da situação econômico-financeira do negócio, o que é obtido por meio de relatórios e demonstrativos voltados para esse propósito.

Sendo assim, antes de pensar em como reduzir custos na empresa, procure profissionais com know-how suficiente para identificar e minimizar as despesas da organização. Dessa forma, você realizará uma mudança significativa e segura.

Pois bem, agora que você já sabe como cortar gastos na empresa, assine nossa newsletter para receber outros conteúdos relevantes e ficar sempre atualizado com as melhores práticas de administração de empresas!