Como lidar com ICMS no transporte de cargas?

Para empresas atuantes no segmento de transportes, arcar com todas as obrigações fiscais pode representar um desafio constante. A complexidade da carga tributária no Brasil, as exceções e as obrigações acessórias confundem a atividade de apuração contábil.

Esse aspecto representa um risco para manter a operação de logística funcionando de maneira lícita e evitar penalizações e apreensões tanto do veículo como da carga.

Com isso em mente, neste artigo você vai compreender melhor sobre a legislação de ICMS no transporte de cargas. Confira!

Qual é o conceito de ICMS?

ICMS é a sigla que descreve o Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação. Os serviços de circulação de mercadorias iniciados no exterior também são contemplados pela lei e recebem tributação específica.

Sua incidência é estadual e aplica-se à circulação de bens, mercadorias, valores ou passageiros.

Como é feito o recolhimento do ICMS?

Tanto pessoas físicas como jurídicas que realizem a prestação de serviços de transporte de mercadorias são responsáveis pelo recolhimento do imposto nos seguintes casos:

  • ser o prestador de serviço de transporte interestadual;
  • ser o consumidor final responsável por realizar o transporte da carga com veículo próprio;
  • ser o consumidor final e contratar prestador de serviço de transporte para realizar a entrega.

O credenciamento junto à Secretaria da Fazenda no respectivo estado é obrigatório.

Qual é a importância do CT-e e do DACTE?

Existem diversos documentos fiscais que devem ser emitidos para garantir o recolhimento do ICMS no transporte de cargas e assegurar a legalidade da carga em caso de fiscalização.

O Conhecimento de Transporte Eletrônico (CT-e) é um arquivo de emissão e transmissão exclusivamente eletrônica entre a transportadora, empresa contratante e autoridades fiscais. Seu objetivo é documentar a execução do serviço entre as partes envolvidas.

Já o Documento Auxiliar do Conhecimento de Transporte Eletrônico (DACTE) é a versão impressa e simplificada do CT-e e, por sua vez, deve acompanhar a carga durante todo o trajeto.

Conforme estabelecido pela lei que deu origem ao Conhecimento de Transporte Eletrônico, os documentos de transporte devem ser emitidos antes do início da prestação do serviço.

Como realizar o cálculo do ICMS?

A base de cálculo do imposto é o preço do serviço como consta descrito no CT-e emitido pela transportadora. Em geral, o preço pelo frete é estabelecido por parâmetros que envolvem a distância entre a origem e o destino, o peso da carga em toneladas e o tipo da carga, seja fracionada ou lotação.

Despesas como a aquisição de apólice de seguro, pedágios, taxas de escolta e autorizações para a circulação de cargas especiais também compõem o preço final, porém, não afetam a base de cálculo.

Quais são as alíquotas do ICMS?

A alíquota de serviços de transporte iniciados ou encerrados no exterior é de 4%. Por outro lado, as transações dentro do mesmo estado podem variar entre 17% e 20%.

Já as operações interestaduais possuem as próprias tarifas de acordo com o estado do destinatário, portanto:

  • há cobrança de 12% quando o destinatário estiver localizado nos estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo na região Sudeste, e Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina na região Sul;
  • a alíquota de 7% é aplicada aos destinatários localizados no Distrito Federal e nos demais estados.

O recolhimento do ICMS no transporte de cargas faz parte do cotidiano de empresas transportadoras e está presente em cada remessa enviada. Por isso, o melhor investimento que pode ser feito nessa área é garantir que toda a apuração contábil seja feita conforme as regras vigentes.

Seja por meio de sistemas de gestão ou com a contratação de uma consultoria em contabilidades, é preciso garantir a perfeição nesse processo e evitar penalidades.

Quer compartilhar conosco a sua opinião sobre o texto que acabou de ler? Tem alguma sugestão de tema que você gostaria de ver em nosso blog? Então deixe o seu comentário!

Saiba como precificar serviços de transporte

Tanto empresas consolidadas como empresários que buscam ingressar no mercado de logística podem enfrentar dificuldades para precificar serviços de transporte. Porém, essa é uma atividade que deve ser encarada com seriedade e não pode ser deixada em segundo plano. Afinal, a política de preços representa a lucratividade do seu negócio.

Listamos algumas dicas que podem contribuir para facilitar o seu processo de decisão, prevenir que a sua empresa acumule prejuízos e perca oportunidades de crescimento. Confira o nosso post e saiba mais.

Determine todos os custos e despesas operacionais

O controle dos custos é fundamental para identificar o valor necessário para manter uma empresa, portanto, apure todos eles, mesmo que pareçam insignificantes para você. Isso é importante para assegurar um equilíbrio financeiro nas suas contas e a sua capacidade de arcar com as obrigações.

A maior dificuldade para estabelecer o preço ideal do serviço de frete em um novo empreendimento é estimar os custos corretamente. Isso ocorre porque o empreendedor possui informações limitadas e projeções que podem não se concretizar quando a empresa começar a operar.

Por essa razão, é importante garantir que haja uma boa margem de erro para os custos, que podem variar significativamente e impactar as finanças.

Decida quais custos repassar para os clientes

Por uma questão de estratégia, os preços praticados devem cobrir os custos para manter a empresa funcionando. Caso contrário, o gestor passa a operar com prejuízo e a acumular dívidas. O que não é saudável para o planejamento de um empreendimento.

Contudo, é uma decisão que muitas empresas adotam, não repassar todos os custos e, consequentemente, reduzir a sua margem de lucro. No caso da logística, é possível optar por não cobrar pela armazenagem temporária, pela contratação de apólices de seguros para a carga e serviços adicionais, como o rastreamento e monitoramento de veículos.

Defina a margem de lucro certa para o seu negócio

Além de controlar os custos envolvidos na operação, o gestor também deve definir a margem de lucro com a qual quer trabalhar. Os impostos cobrados pela venda de produtos e prestação de serviços consomem uma importante fatia dos seus lucros e devem ser considerados no cálculo para precificar serviços de transporte.

Uma margem de lucro saudável deve ser, ao mesmo tempo, acessível para os clientes e suficiente para que justifique o investimento necessário para começar um negócio. Essa percepção de valor é um dos aspectos mais complexos para equilibrar no dia a dia, pois, para que o cliente aceite que o preço é adequado, é necessário que a qualidade do serviço seja justificada.

Escolha a forma de precificação ideal

A forma de cobrança pelo serviço também pode variar de acordo com o posicionamento da transportadora, porém, alguns métodos são mais comuns. Em geral, a definição dos preços pode ser feita com base na distância entre a origem e o destinatário do frete, com o acréscimo de uma tarifa fixa. Essa opção simplifica o processo de cotações e oferece ao potencial cliente uma estimativa realista.

Outras variáveis que podem aumentar o preço são o volume e o peso da carga, o tipo de veículo utilizado e existência de pedágios durante o trajeto.

Compare os preços no mercado

É bastante recomendado realizar, durante a etapa de pesquisa de mercado, um estudo sobre as tarifas praticadas pela concorrência. O objetivo não é copiar os preços, mas compreender como empresas de diferentes portes e cenários lidam com a sua precificação. Em um mercado competitivo, como o de transportes, quanto maior o acúmulo de informações, melhor será para o seu futuro.

O setor logístico é fundamental para o escoamento da produção nacional, bem como para diminuir distâncias entre fornecedores e clientes. Essa relevância afeta também os preços e acessibilidade desse tipo de serviço para pequenos empreendedores. Por isso, o cuidado com a formulação das tarifas deve ser redobrado, devido ao impacto em toda a cadeia de suprimentos.

Gostou das sugestões sobre como precificar serviços de transporte ou tem sugestões de tópicos interessantes sobre assunto? Deixe seu comentário.

Como adaptar a contabilidade da empresa para a reforma trabalhista

A Reforma Trabalhista sancionada pelo presidente Michel Temer entrou em vigor em novembro de 2017. Por apresentar regras diferentes, ela impactará não somente a vida do trabalhador, mas também a do empresário.

Se você está confuso com as alterações ocorridas com o advento da reforma trabalhista e quer saber como adequar a contabilidade da empresa de acordo com essa norma recente, não deixe de ler este texto!

Quais são as principais mudanças?

Com o intuito de trazer modernidade e atualização às novas condições de trabalho no mercado, foram alterados diversos pontos na CLT. Veja alguns deles:

  • intervalo de almoço poderá ser de 30 minutos no mínimo;
  • a contribuição sindical não será mais obrigatória;
  • as férias poderão ser parceladas em 3 períodos;
  • permissão para que o banco de horas seja registrado mediante um acordo individual;
  • formalização do home office;
  • sobre os acordos e convenções coletivas de trabalho predominam a CLT, porém, alguns conteúdos poderão ser debatidos em acordos individuais;
  • probabilidade de laborar 12 horas diárias, subordinada à pausa ininterrupta de 36 horas;
  • possibilidade de terceirização de qualquer atividade da empresa;
  • não obrigatoriedade do piso e salário mínimo;
  • os acordos informais terão novas regras, inclusive nos assuntos referentes a seguro desemprego e FGTS;
  • limitação ao pagamento de danos morais;
  • empregadores que contratam sem registro sofrerão multas mais severas;
  • admissões de profissionais autônomos são diferentes das contrataçõede de outros funcionários;
  • o trabalhador intermitente será capaz de receber pelo período trabalhado e possuirá direitos trabalhistas.

Com tantas mudancas que a reforma trabalhista trouxe fica a pergunta: porque minha empresa deve ter um serviço de consultoria especializada?

Auxílio na realização de cálculos

Com as mudanças ocorridas pela Reforma Trabalhista, será necessário que você se dedique mais ao gerenciamento financeiro da empresa. Por esse motivo, vários cálculos significativos deverão ser realizados para distinguir vantagens para o empreendimento. Por exemplo, se é mais viável a contratação de um autônomo ou funcionário com carteira assinada.

Com a possibilidade de acordo nos casos de rescisão do contrato de trabalho, cálculos deverão ser realizados para identificar a forma menos onerosa.

Um serviço de consultoria para a contabilidade da empresa também poderá auxiliar em decisões, como necessidade de desativação de algum departamento e orientações para que alguns funcionários trabalhem em casa, como maneira de buscar economia para a empresa.

Ajuda no controle de informações

Com as mudanças ocorridas, a rotina da empresa deverá ser controlada com maior rigidez. Todas as informações sobre horários de trabalho, horas de descanso, férias, entre outras, terão que ser monitoradas.

Imagine que uma empresa possua 15 funcionários, 2 deles têm jornada intermitente, 1 é autônomo, 7 realizam jornadas de 8 horas diárias e 5 uma escala de 12×36. Seria muito confuso, não é mesmo?

Perder o controle dessas informações pode trazer riscos insanáveis para a empresa. Um serviço de consultoria especializada pode ajudar o responsável pelo RH nos cálculos para pagamentos, por exemplo.

Assistência nas tomadas de decisões

Pelo fato de a consultoria especializada entender melhor sobre gestão fiscal, tributária e financeira, a partir de uma análise sobre as atualizações na norma trabalhista e o perfil da empresa, ela poderá orientar de forma exata nos momentos de decisões importantes que deverão ser tomadas pelo empresário.

Adaptação à plataforma EFD-Reinf

Com a Reforma Trabalhista, todos os dados do contribuinte relativos ao seu período de vida trabalhista, como PIS, CSLL, IR e Cofins, serão inseridos da plataforma EFD- Reinf, para melhor verificação das informações quando preciso. Um dos objetivos dessa plataforma é trabalhar conjuntamente com o eSocial na alimentação de dados, além de facilitar a fiscalização.
Essa mudança pode ser difícil no começo, por isso a consultoria especializada poderá auxiliar na inserção desse procedimento no negócio, reduzindo a perda de tempo e garantindo a qualidade no processo de adequação.

Com esse texto, esperamos que você tenha entendido os principais pontos da reforma trabalhista e como uma consultoria especializada pode auxiliar na adequação da contabilidade da empresa.

A Laborinfor esta preparada para auxiliar sua empresa na implantação da reforma trabalhista. Entre em contato conosco e conheça todos os nossos serviços. Basta acessar o site!

5 erros na gestão de frotas que você não pode cometer

O segmento logístico permanece como um dos pilares da economia, pois garante o escoamento da produção e a circulação de mercadorias em todo o território. Seja utilizando o meio de transporte rodoviário, ferroviário ou aéreo, sempre será necessário contar com os serviços de transporte.

Embora indispensável, essa também é uma área competitiva e, para ser bem-sucedido nesse tipo de empreendimento, o gestor deve evitar esses 5 erros na sua gestão de frotas. Confira!

1. Não contar com uma equipe qualificada

Uma empresa que oferece serviços de transporte deve lidar com diversos documentos e procedimentos antes de realizar a expedição das mercadorias de seus clientes. Para lidar com essa rotina diária, é preciso contar com profissionais com extensa qualificação na área.

Registros como o CT-e e o DACTE são obrigatórios para os fretes interestaduais no modal rodoviário. Essas são obrigações fiscais importantes que as transportadoras devem manter em dia para trafegar de maneira legalizada.

Além disso, a operação logística é muito dinâmica e requer profissionais que consigam lidar com obstáculos e propor soluções com agilidade.

2. Deixar de acompanhar o desempenho da área de transportes

Lidar com a gestão da frota de uma transportadora é uma atividade que exige um alto grau de controle e planejamento das operações. Por isso, é importante cultivar o hábito de criar e avaliar indicadores de performance para o setor e identificar oportunidades de melhoria no processo.

Alguns dos indicadores têm características simples e consideram o volume de entregas mensal, a quilometragem percorrida por trajeto e o número de itens devolvidos. Já outras avaliações possuem um caráter complexo e têm relação com o desempenho financeiro da empresa e os custos inerentes ao processo de entrega.

Esse tipo de avaliação revela a necessidade de equilibrar as receitas para que a empresa seja capaz de lidar com os custos existentes.

3. Não cuidar da manutenção dos veículos

O processo de gestão de frotas é muito amplo, pois deve considerar o impacto da logística em toda a cadeia de suprimentos. Porém, um dos pontos mais importantes é a conservação dos veículos, bem como a expansão da sua vida útil.

Seja por inexperiência ou falta de conhecimento, muitas transportadoras relegam para o segundo plano a realização de manutenção preventiva. No futuro, esse descuido pode se converter em prejuízos com a realização de reparos emergenciais ou, em casos mais sérios, a substituição do veículo. Por essa razão, é recomendado conduzir checagens periódicas nos veículos, verificando os pneus, sistemas de freio, suspensão e motor.

4. Não cultivar um bom relacionamento com o cliente

O principal interesse dos clientes ao contratarem uma transportadora é receber o produto correto, no momento certo. Portanto, é necessário conduzir o processo de entrega com agilidade, garantir a integridade física dos produtos e oferecer um relacionamento de parceria. Tais fatores ajudam a consolidar a imagem da empresa e contribuem para a ampliação do número de oportunidades de negócios.

Desenvolver soluções inovadoras e demonstrar uma atitude flexível perante as demandas inesperadas da operação logística são práticas que ajudam a sua empresa a crescer e, consequentemente, aumentar a lucratividade.

5. Não utilizar software de gestão integrada

Agregar mais eficiência não somente no processo de gestão de frotas, mas em toda a operação logística, justifica o investimento em um sistema capaz de automatizar a área de transportes. A economia de tempo e a redução de custos são os benefícios obtidos em longo prazo com a implantação de softwares.

É preciso buscar soluções que atendam a sua demanda de trabalho e que se encaixem no orçamento da sua empresa. Alguns dos recursos mais comuns são:

  • emissor de documentos de frete;
  • controle financeiro;
  • rastreador de veículos;
  • sistema de roteirização de trajeto de entrega.

Parte da conquista de espaço em um mercado como o de transportes é definida pela habilidade que os gestores possuem de prevenir erros que podem ser prejudiciais para a organização. Por outro lado, o processo de melhoria contínua e o desenvolvimento de novas competências, como uma gestão de frotas eficiente, têm ainda mais peso em uma trajetória de sucesso.

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5 perigos de não ter uma consultoria tributária

Muitos gestores expõem a empresa aos riscos de não contar com uma consultoria tributária. Assim, rapidamente são surpreendidos com problemas nos recolhimentos e punições legais.

Esse equívoco está, quase sempre, vinculado a uma estratégia de reduzir custos a qualquer preço, que ignora os benefícios de adquirir conhecimento relevante para o negócio.

Por isso, se você ocupa um cargo administrativo, confira nossa lista com os cinco maiores perigos de renunciar ao auxílio especializado e entenda a importância deste serviço para sua organização. Prossiga!

1. Ineficiência de processos internos

O pagamento de tributos exige a criação de rotinas e processos internos, destinados a averiguar a incidência de impostos, taxas e contribuições, além de efetuar o cálculo e o devido cumprimento da obrigação.

Nesse sentido, quando a empresa não conta com uma consultoria tributária, torna-se comum a ocorrência de problemas em notas fiscais, declarações ao fisco, emissão de boletos e outros documentos.

Logo as dificuldades para manter-se em dia com as obrigações serão igualmente frequentes, expondo a organização ao risco de multas e processos judiciais de cobrança.

2. Recolhimentos incorretos

A falta de conhecimento jurídico e contábil conduz a recolhimentos em favor de órgão público distinto do responsável, fato que tem origem no desconhecimento da legislação e dos respectivos tributos de cada governo.

Um exemplo clássico desse problema ocorre com o ICMS. Isso porque o caminho realizado por um transportador pode modificar os estados que têm direito à cobrança, especialmente o ponto de partida e chegada. 

Outro perigo é errar o tributo incidente sobre uma determinada prestação de serviço, principalmente as hipóteses de ISS e ICMS. Afinal, elas geram confusão e dificultam o recolhimento pelos responsáveis. Por exemplo, o frete realizado dentro de um município gera um tributo, já o interestadual, outro. 

3. Erros no pagamento

Um detalhe importante é que não basta realizar o recolhimento do tributo, as empresas têm o dever de pagar os valores, cumprir com os prazos e as condições estipulados em lei.

Sendo assim, um dos maiores perigos de negligenciar a consultoria tributária é não cumprir com as obrigações em sua integralidade, principalmente em conformidade com o regime tributário da organização.

Em tais casos, a assessoria é fundamental para agregar experiência e informações sobre alíquotas, fórmulas de cálculo, locais e datas de pagamento, por exemplo.

4. Escolha de um regime tributário inadequado

Quando os empresários escolhem um regime tributário incorreto, o negócio ganha obstáculos desnecessários, como o pagamento de contribuições, taxas e impostos mais elevados.

Além disso, sempre há o risco de realizar uma declaração incorreta para o fisco, isto é, os gestores podem equivocar-se e informar um faturamento bruto abaixo ou acima da realidade.

Tudo isso pode gerar questionamentos administrativos e judiciais por parte da Fazenda Pública, logo uma dor de cabeça desnecessária para o setor administrativo da empresa.

5. Exposição a multas e penhoras 

Dos diversos erros e falhas em relação aos tributos, decorre o risco de exposição a multas e penhoras judiciais. Assim, a empresa pode receber cobranças repentinas e intimações em caso de não pagamento.

Nesse sentido, o maior problema é ter uma redução significativa do fluxo de caixa, principalmente quando ocorre um acúmulo de dívidas com o poder público. Em tais casos, a organização pode até sofrer o bloqueio de suas contas bancárias, ficando sem dinheiro para pagar fornecedores e empregados. 

Sendo assim, o melhor é trabalhar de maneira segura e contar com uma consultoria tributária o mais rápido possível. Só assim você terá o conhecimento necessário para ver-se imune a erros nas relações tributárias.

Para conhecer um pouco mais sobre esse serviço, entre em contato com a nossa equipe e faça uma contratação consciente!

 

6 indicadores de desempenho logístico para sua empresa

O uso de indicadores de desempenho logístico é fundamental para subsidiar as decisões de uma transportadora. Isso porque essas métricas permitem a compreensão da realidade da empresa e de seus serviços.

A partir deles, o setor administrativo estará mais apto a elaborar e revisar planejamentos, o que facilitará a busca por uma maior rentabilidade e aumento no número de clientes.

Por isso, trouxemos os 6 principais indicadores da área, de modo que você possa aplicá-los e obter resultados significativos. Boa leitura!

1. Order to cash (OTC ou O2C)

O order to cash (OTC) visa a compreensão das etapas do ciclo de entrega, ou seja, de como a transportadora age do pedido até o efetivo pagamento.

Dentre os passos verificados, podemos citar os seguintes:

  • efetivação do pedido;
  • análise de crédito;
  • separação;
  • faturamento;
  • entrega;
  • cobrança;
  • pagamento.

Com esse fluxograma definido, é possível constatar os custos das atividades de cada etapa, bem como se não há ações mais econômicas para alcançar os mesmos fins.

2. On-time delivery (OTD)

O OTD é uma métrica relativamente simples. Trata-se do percentual de entregas efetuadas dentro do prazo em relação ao número total de entregas.

Esse indicador é um ponto de partida para entender a eficiência da transportadora. Afinal, com ele, os gestores podem identificar as consequências das decisões de logística em relação ao cumprimento de prazos.

Além disso, o cálculo pode ser dividido por setores, a fim de descobrir os responsáveis por um desempenho abaixo das expectativas. 

3. On-time & in-full (OTIF)

O desempenho de uma transportadora pode ser medido tanto pela perspectiva da empresa como pela do consumidor.

Esse último caso é a opção sempre que o OTIF é utilizado, o qual mede a completude das entregas realizadas, sob a ótica do cliente.

Trata-se de uma métrica que combina dois elementos:

  • o respeito ao prazo de entrega (on time), considerando as previsões fornecidas ao cliente, além das datas de entrada, processamento e saída de produtos;
  • as condições do serviço (in full), como ausência de danos ou violação de embalagens, assertividade quanto ao local de entrega etc. 

Sempre que esses dois parâmetros são alcançados, a entrega foi realizada on-time & in-full. Para medir a eficiência nessa área, basta obter o percentual de entregas OTIF em relação ao total de entregas.

4. Order cycle time (OCT)

O order cycle time diz respeito ao tempo de entrega, considerando dois aspectos. O primeiro é o confronto da data do pedido e de entrega, e o segundo o tempo gasto em relação à distância percorrida.

Com esse indicador, o gestor pode buscar maneiras de eliminar atrasos e métodos mais ágeis para realizar entregas, medindo seus impactos no OCT da transportadora.

5. Avarias de transporte

O indicador de avarias de transporte mensura os danos causados à frota, revelando a necessidade ou não de ampliação das manutenções preventivas.

Esse indicador é obtido da seguinte forma:

  1. multiplica-se o número de entregas com avarias em veículos por 100; 
  2. divide-se o valor obtido pelo número total de entregas;
  3. Obtém-se o percentual de entregas com avarias em veículos.

Vale ressaltar que o ideal é que o resultado fique abaixo de meio ponto percentual (0,5%).

6. Extravios e danos às mercadorias

O índice de extravios e danos às mercadorias visa identificar problemas na qualidade do serviço, uma vez que mensura o percentual de entregas em que a carga foi perdida ou avariada.

Essa métrica é calculada de maneira similar ao exemplo anterior, ou seja, multiplica-se o número de entregas com problemas por cem e divide-se pelo total de entregas realizadas.

Sendo assim, obtém-se a quantidade de entregas em que os bens do cliente foram prejudicados, permitindo a fixação de metas e estratégias para reduzir esse percentual.

Por fim, vale ressaltar que os 6 indicadores de desempenho logístico mencionados são apenas alguns dos muitos exemplos aplicáveis ao dia a dia das transportadoras. Logo, fique à vontade para pesquisar outras opções e elaborar relatórios ainda mais completos.

Caso você conheça um indicativo que ficou de fora ou queira enviar seu feedback sobre o texto de hoje, deixe um comentário no post!

Quais são os principais documentos fiscais e para que eles servem?

Devido à complexidade da Lei Tributária Brasileira, é indispensável que o empreendedor esteja atento a uma série de obrigações, principalmente quando se trata dos documentos fiscais.

Emitir corretamente os documentos fiscais e estar sempre em dia com taxas e registros para assegurar o bom funcionamento do seu negócio não parece ser uma tarefa fácil, não é mesmo?

Para garantir que sua empresa esteja cumprindo com todas as obrigações impostas pela norma vigente, é necessário que você conheça os documentos fiscais essenciais para uma empresa.

Quer saber quais são esses documentos? Então, este post foi feito para você. Confira!

Notas Fiscais

As notas fiscais são documentos emitidos pela empresa e registram a compra e venda de produtos ou serviços. Por serem documentos fiscais estão sujeitos à fiscalização das autoridades fazendárias para o cálculo e recolhimento de impostos. Por isso, é importante o armazenamento destas notas por um período de 5 anos.

Este documento não pode ter seu valor alterado de maneira alguma e os serviços prestados deverão ser descritos com exatidão para o recolhimento correto dos impostos.

Deixar de emitir a nota fiscal implica em sonegação, o pode gerar multas altíssimas, trazendo prejuízos para seu negócio.

NF-e: Nota Fiscal Eletrônica

A nota fiscal eletrônica foi criada para substituir a de papel, buscando uma fiscalização tributária mais eficaz e o acompanhamento das operações comerciais em tempo real. É emitida eletronicamente por ferramentas gratuitas ou softwares exclusivos.

Serve para documentar as prestações de serviços e também as operações de circulação de mercadorias para fins fiscais. Para garantir a veracidade dos fatos e a identificação do emissor, todas as informações deverão ser assinadas por certificado digital.

O ICMS não é o único imposto a ser calculado através da NF-e, outros impostos também poderão ser contabilizados, como o caso do IPI, PIS, dentre outros.

eSocial

O eSocial é uma ferramenta eletrônica, que permite o envio de informações trabalhistas, previdenciárias e fiscais de forma unificada, criado pelo Governo.

Todos os dados são centralizados em uma única informação, diminuindo o envio excessivo de materiais, trazendo simplificação ao processo, garantindo os direitos trabalhista e previdenciário dos trabalhadores e melhora na qualidade de referências, substituindo, aos poucos, as obrigações, como a RAIS, CAGED e SEFIP.

Além disso, o Governo poderá conferir, investigar e encontrar erros nas informações prestadas, inclusive de forma automática. Constatados desvios, as multas não poderão ser evitadas.

Livros Contábeis e Fiscais

Estes livros têm como função todo o registro das operações fiscais e contábeis da empresa. Neles estão registrados os documentos de entrada, saída, serviços prestados, serviços tomados, recolhimentos dos impostos, dentre outros.

Os livros devem ser entregues aos órgãos governamentais competentes, apresentando informações compatíveis e incontroversas entre si.

Documento Auxiliar da Nota Fiscal Eletrônica (DANFe)

É um documento que representa a nota fiscal eletrônica. Apesar de ser auxiliar, não poderá substituí-la. Ele contém os dados principais da nota fiscal e é usado, principalmente, na prestação de serviço de cargas. O vendedor deve imprimir o DANfe antes mesmo da circulação da mercadoria.

Agora que você já sabe um pouco mais sobre a importância dos documentos fiscais, é essencial que analise se sua empresa está em dia com todas as documentações. Não se esqueça, essa é a única maneira de evitar que seu negócio tenha problemas com o fisco.

Gostou desse texto? Então, continue sua visita em nosso blog, leia agora mesmo sobre quais são as vantagens da terceirização na contabilidade e se torne um especialista no assunto!

Que impactos o eSocial gera para as empresas brasileiras?

Você sabe como funciona o eSocial para empresas? Trata-se de uma parte do projeto SPED (Sistema de Escrituração Publica Digital) que visa a unificar a entrega da documentação previdenciária, trabalhista e fiscal. Leia este post para entender melhor:

Instituído em 2014, ele faz com que os dados passados ao Ministério do Trabalho e Emprego, à Caixa Econômica Federal, à Receita Federal e à Seguridade Social passem a ser padronizados.

Além disso, ele permite o registro de um novo funcionário um dia antes de ele começar a trabalhar, por exemplo. E ainda mantém o controle sobre os depósitos mensais referentes ao FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço).

E não é só isso. Para você entender melhor, listamos abaixo os setores afetados pela implantação do eSocial. Confira!

Relações trabalhistas

As relações trabalhistas, no Brasil, já são normatizadas há muito tempo. Entretanto, a implantação do eSocial exige uma atenção a mais por parte dos empregadores.

Os funcionários do departamento de recursos humanos precisam receber treinamento e desempenhar o seu serviço com atenção e responsabilidade. Isso porque o não envio dos dados do funcionário novo para que ele seja registrado antes que comece a trabalhar, por exemplo, pode gerar multas.

Caso deixem para dar entrada no processo após ele levar seus documentos, no primeiro dia de trabalho, a empresa fica sujeita a essa punição caso ocorra uma fiscalização bem nesse dia e constate que o funcionário ainda está sem registro.

Gestão de processos

Se os dados passados a todos os órgãos que citamos acima serão armazenados em um sistema unificado, os departamentos da empresa também precisam funcionar em total sintonia.

O financeiro, os recursos humanos, o jurídico e a contabilidade precisarão contar com uma boa comunicação interna para que não haja divergência de dados ou perda de prazos. Treinamentos também são bem-vindos. 

Tecnologia da Informação

Não são só os departamentos que lidam com finanças ou funcionários que sofrerão impactos. O departamento de TI também é diretamente afetado pela implantação do eSocial. Isso porque ele exige a implantação de bons softwares de gestão empresarial.

É melhor optar por sistemas que atuem em conjunto com o sistema oficial de dados. Eles costumam ajudar na hora de manter-se atualizado junto aos principais órgãos que regem processos fiscais e trabalhistas.

As orientações do Manual de Orientação do eSocial também devem ser seguidas, assim como a sequência pré-estabelecida para o envio de dados. Além disso, quaisquer inconsistências nas informações gerarão uma notificação para a empresa.

A não justificativa após ser notificada representa uma infração por inconsistência ou omissão. Dessa forma, o governo tem maior controle sobre as instituições. 

Demais setores

A construção civil, que costuma contar com uma alta rotatividade de funcionários, será obrigada a rever seus procedimentos internos. Empresas de varejo e alimentícias, que costumam contratar muitos funcionários em seu primeiro emprego, também precisarão rever os processos.

Todos os trâmites de contratação e demissão passam a ocorrer de forma mais rápida e o governo também passa a ter maior facilidade para identificar possíveis irregularidades relacionadas a essa questão.

Entendeu a importância do eSocial para empresas? Quer ficar por dentro de mais conteúdos como este? Então leia nosso outro artigo para entender como organizar seu planejamento tributário. Vamos lá!

O que faz uma consultoria empresarial e como ela faz a empresa crescer?

A consultoria empresarial é uma metodologia de desenvolvimento organizacional que auxilia gestores e empresários a tomarem decisões mais embasadas e assertivas, a fim de estimular um processo de cocriação com a situação real da empresa.

Graças à alta competitividade do mercado, o consultor empresarial é muito procurado atualmente. Por conta disso, os empreendimentos que mais se destacam são aqueles que fazem melhor uso de seus recursos estruturais, financeiros e humanos.

Continue lendo este post e descubra mais sobre esse assunto tão importante e decisivo para as empresas que desejam crescer. Boa leitura!

Qual a função da consultoria empresarial, afinal?

É um serviço realizado por pessoas qualificadas na área para ajudar a corporação a identificar (e analisar) suas demandas/necessidades e as maneiras de solucioná-las.

No âmbito organizacional, as consultorias exercem atividades imparciais e geralmente são contratadas por alguns motivos pontuais:

  • a empresa não sabe localizar seu problema;

  • a companhia sabe identificar o problema, mas não tem ideia do que é preciso fazer para resolvê-lo;

  • a organização não tem como enviar uma pessoa do próprio quadro para solucioná-lo;

  • a empresa precisa tomar medidas impopulares, mas não tem a força política necessária ou precisa de um ponto de vista externo para estabelecê-las.

Obviamente, essas causas citadas se subdividem em diversas outras questões, mas, geralmente, são elas que levam à contratação de uma consultoria.

Quais as vantagens da consultoria empresarial?

Olhar de fora sobre os problemas

Ignorar o que está errado no ambiente organizacional só agravará os problemas. A solução, então, é ter uma visão analítica, atributo que nem sempre quem está envolvido em todas as áreas do negócio consegue desenvolver.

E é aí que entra a consultoria empresarial, trazendo uma visão diferenciada sobre a empresa ao enxergar pequenos detalhes que costumam passar despercebidos pelos colaboradores. Dessa forma, é possível realizar disgnósticos mais claros, contribuindo para a identificação de sinais de melhoria em cenários nos quais, aparentemente, parecia tudo perfeito/impecável.

Foco em resultados

É possível, sim, obter mudanças organizacionais sem o auxílio de uma consultoria, porém, você terá que movimentar toda sua equipe, privando-a do foco do negócio para realizar outras tarefas que nem sempre são executadas com qualidade.

Já um time de consultores externos mantém o foco nos resultados, pois não tem outras responsabilidade que não sejam as referentes ao contrato firmado, o que potencializa esforços e aumenta os resultados!

Processo com começo, meio e fim

Quando as empresas dependem de recursos internos para obter melhorias significativas, as tarefas diárias acabam demandando muito tempo para a execução da análise do negócio, o que pode estender prazos e prejudicar o andamento geral dos processos.

Já com uma consultoria empresarial, é perfeitamente possível elaborar um cronograma de obrigações que tenha começo, meio e fim, garantindo que a empresa contratante saiba qual será o prazo exato para a conquista de suas metas e objetivos.

Orçamento que cabe no bolso

Muitas empresas inexperientes costumam desperdiçar recursos valiosos com políticas de mudança que não acabam nunca, uma vez que os propósitos/fins são perdidos de vista, os projetos são abandonados, e os colaboradores entram e saem com frequência, levando embora toda a experiência e o conhecimento gerados. Sem contar o grande custo gerado pelas rescisões trabalhistas. E tudo isso, obviamente, afeta diretamente o financeiro da organização.

Em contrapartida, quando a companhia admite uma consultoria empresarial, sabe, com antecedência, quanto terá que desembolsar para realizar as mudanças necessárias, o que dá a chance de se programar com relação ao investimento, sem que seja necessário gastar nada mais ao longo do trajeto.

Viu só como a consultoria empresarial pode ajudar uma empresa a crescer e ganhar destaque no mercado? Se você estiver pensando em expandir o seu negócio, entre em contato conosco. Nós, da Laborinfor, oferecemos diversos serviços relacionados a esse tema. Venha conferir!

Quem pode optar pelo simples nacional?

Está com dúvidas sobre quem pode optar pelo Simples Nacional? Fique tranquilo! Neste post, vamos explicar melhor essa questão para que você consiga escolher qual o melhor regime tributário para o seu negócio.

O Simples Nacional foi criado em 2006, com o intuito de desburocratizar a forma com que o micro e o pequeno empresário pagavam seus impostos. A principal mudança dessa lei está no fato de todos os tributos, sejam eles municipais, estaduais ou federais, serem unificados em uma só alíquota.

Todo esse valor é calculado a partir do faturamento bruto da companhia, isto é, a receita total de produtos e serviços realizados, que varia entre 4% a 19,5%. Essa é uma vantagem pois pode dar uma melhor noção, no momento do planejamento, de quanto o empreendedor deverá pagar.

Entenda quais são as condições para que uma empresa se enquadre no Simples Nacional a seguir!

Microempresas (ME) ou empresas de pequeno porte (EPP)

São consideradas MEs as empresas que faturam, no máximo, R$ 360 mil ao ano. Já para as EPPs, está previsto um ganho de R$ 3.600.000 nesse mesmo período. Essa regra só se torna uma exceção se a empresa de pequeno porte estiver localizada em um estado brasileiro que tenha um crescimento menor do que o Produto Interno Bruto (PIB) do país.

Por exemplo, no Acre, Amapá, Rondônia e Roraima, o teto para faturamento de uma EPP é de apenas R$ 1.800.000. Já no Alagoas, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Piauí e Tocantins, esse valor é de R$ 2.520.000.

Companhias que não estão em débito com o governo

Só poderão optar por esse tipo de regime tributário as empresas que não apresentarem nenhum tipo de débito em aberto com o estado. Portanto, fique ligado na atual situação de seu negócio nesse quesito, caso queira que tudo dê certo e o prazo para realizar as etapas de cadastramento não seja ultrapassado.  

Empresas enquadradas nos requisitos na Lei Geral (Lei 123 de 14/12/06)

A Lei Geral foi criada como uma Lei Complementar Federal, em 2016, com o intuito de oficializar as novas resoluções do estado no que se refere às micro e pequenas empresas. Além de dispor sobre todos os tipos de atividades que podem ser incluídas, também garante que todos os passos sejam realizados para o melhor cumprimento da norma.

Ela também pode ser chamada de Estatuto Nacional da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte, com o principal intuito de diminuir as ocorrências de informalidades — o que acaba por refletir na economia do país como um todo, principalmente no momento de crise econômica que estamos passando.

De forma geral, as atividades permitidas são divididas em Comércio, Indústria e Prestações de Serviços. Você pode acessá-la com mais detalhes e saber se a sua empresa se encaixa nesse tipo de atividade no site oficial do Simples Nacional.

Verificada a possibilidade de opção pelo Simples Nacional, confira como fazê-lo a seguir:

Formalização do pedido pelo Simples Nacional

Após ter a certeza de que é possível se beneficiar com essa lei, basta formalizar o pedido para passar seu regime para o Simples Nacional. Esse processo é feito todo ano no mês de janeiro e pode ser agendado pela internet.

Em contrapartida, se você ainda não tem uma empresa e deseja abrir uma companhia nesse sistema, deve, primeiro, realizar a abertura de um CNPJ para, após um prazo de 30 dias, optar pelo Simples Nacional.

Mas cuidado: se houver um atraso no momento de realizar o pedido, de modo que ele seja feito após o período indicado, você pode correr o risco de conseguir a regularização apenas no próximo mês de janeiro. Por isso, não enrole e acompanhe de perto todos os passos.

Conseguiu entender melhor agora quem pode optar pelo Simples Nacional? Esperamos que este post tenha sido esclarecedor. Se você gostou, siga a nossa página no Facebook e fique por dentro de mais assuntos relevantes como este!